sábado, 25 de fevereiro de 2012

O homem que era Outubro

   Outubro sabia, é claro, que o ato de virar a página, de terminar um capítulo ou de cerrar um livro não encerrava uma história.
   Tendo admitido isso, ele também reconheceria que finais felizes não eram difíceis de encontrar: "É simplesmente o caso", explicou a Abril, "se se encontrar um lugar ensolarado num jardim, onde a luz é dourada e a grama, macia; algum lugar para repousar, parar de ler e se satisfazer."


O homem que era Outubro, de G.K. Chestuton / Biblioteca dos Sonhos.


 (Trecho de Sandman)

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