Confissões de uma Banda - Nina Malkin
Sinopse: É a história, com relatos em primeira pessoa de cada integrante, de como essa banda se formou e de sua veloz e furiosa escalada para o sucesso. Os integrantes do 6x parecem ter tudo: sorte, contatos... Carisma então, nem se fala! Mas se tornar uma celebridade do dia para a noite não é nada fácil.
A primeira vez que eu vi esse livro não cheguei a ter a oportunidade de ler a sinopse, apesar de o título já falar basicamente tudo, mas ainda assim, só de olhar para a capa já pensei "eu quero", surpreendentemente, na semana seguinte fui na biblioteca e achei ele (e o segundo) lá. Nem precisei pensar muito para pegar os dois de uma vez.
O livro é como se fosse um vídeo-relato de cada um dos integrantes, cada capítulo é o ponto de vista de um deles. Nina Malkin fez tudo parecer extremamente adolescente, e concordo com essa visão dela, acaba atraindo os jovens para o mundo da leitura.
Voltando para o livro, a relação entre os integrantes é ao mesmo tempo irritante e tocante, por exemplo, o jeito como Stella e Wynn discutem e em seguida estão fazendo uma guerrinha de comida. Adorável.
Stella é chamada "A Chefe", apesar de ser considerada o membro menos importante pela mídia (algo com que ela fica irritadíssima), ela está sempre lá, forte e determinada a continuar com a banda e seus integrantes. Nada teme e não lhe importa o que pensam os outros, apenas fala o que quiser, na hora que quiser (e normalmente ela tem razão), é difícil dizer, mas ela foi a personagem de maior destaque. Wynn, também conhecida como "A Gostosa", teve um papel importante quando estava tocando bateria numa festa e por acaso havia um advogado da empresa de seu pai lá que a ouviu e ficou encantado. Seu apelido já diz tudo, é considerada linda apesar de sua timidez e insegurança, sempre tendo dúvidas sobre tudo. A/B conhecido apenas como A/B é o único garoto na banda, algo que acaba sendo problema para ele já que não tem a menor ideia de como lidar com uma garota, imagina três. A autora o descreve como um músico nato, toca violão/guitarra e piano, e juntamente com sua aparência, atrai muitas garotas. E por último, "A Voz". Seu nome é Kendall, garota de igreja e por isso tem uma voz angelical, mas também por isso, tem certa dificuldade para se adaptar com o rock. É uma garota adorável e irritante, com um retrato de garota perfeita.
O livro tem uma leitura fácil e passa rapidamente, adorei lê-lo. Tenho que admitir que procurei algo para criticar nesse livro, mas não há, ele passa sem ter um ponto fraco. Com certeza não é um livro para qualquer um, mas recomendo para aqueles que gostam, como eu disse acima, de uma leitura que passa rápido. Classifiquei-o como ótimo (cinco estrelas) no Skoob, penso que ele não mereça tudo isso na opinião crítica, mas digo de novo: adorei esse livro.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
O homem que era Outubro
Outubro sabia, é claro, que o ato de virar a página, de terminar um capítulo ou de cerrar um livro não encerrava uma história.
Tendo admitido isso, ele também reconheceria que finais felizes não eram difíceis de encontrar: "É simplesmente o caso", explicou a Abril, "se se encontrar um lugar ensolarado num jardim, onde a luz é dourada e a grama, macia; algum lugar para repousar, parar de ler e se satisfazer."
O homem que era Outubro, de G.K. Chestuton / Biblioteca dos Sonhos.
(Trecho de Sandman)
Tendo admitido isso, ele também reconheceria que finais felizes não eram difíceis de encontrar: "É simplesmente o caso", explicou a Abril, "se se encontrar um lugar ensolarado num jardim, onde a luz é dourada e a grama, macia; algum lugar para repousar, parar de ler e se satisfazer."
O homem que era Outubro, de G.K. Chestuton / Biblioteca dos Sonhos.
(Trecho de Sandman)
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Resenha livro
A Vida, o Universo e Tudo Mais - Douglas Adams
Sinopse: Após as loucas aventuras vividas com seus estranhos amigos em "O Guia do Mochileiro das Galáxias" e "O Restaurante no Fim do Universo", Arthur Dent ficou cinco anos abandonado na Terra Pré-Histórica. Mesmo depois de tanto tempo, ele ainda acordava todas as manhãs com um grito de horror por estar preso àquela monótona e assustadora rotina. Talvez Arthur até preferisse continuar isolado em sua caverna escura, úmida e fedorenta a encarar a próxima aventura para a qual seria forçosamente arrastado: salvar o Universo dos temíveis robôs xenófobos do planeta Krikkit.
Resumindo os dois livros anteriores, em "O Guia do Mochileiro das Galáxias", Arthur Dent (humano) e Ford Prefect (tipo de E.T. nascido em um pequeno planeta perto de Betelgeuse) escapam da destruição da Terra pegando carona em uma nave alienígena e mais tarde conhecem Zaphod Beeblebrox e Trillian (apesar de que Arthur já os tenha conhecido). E claro, também tem Marvin, o robô de Zaphod, sempre deprimido e um dos personagens mais engraçados e envolvido em situações improváveis. Verdadeiros aventureiros espacias também merecem um descanso e é o que (quase) acontece quando vão ao "Restaurante no Fim do Universo", envolvendo viagens no tempo e vacas que se oferecem para ser mortas e comidas, não tenho muita certeza se entendi o livro, mas Douglas Adams com certeza sabe usar seu senso de humor inteligente e irônico.
Em "A Vida, o Universo e Tudo Mais", tendo passado cinco anos na Terra Pré-Histórica, Arthur solta um grito de horror todos os dias quando acorda em sua caverna escura, úmida e fedorenta, talvez por isso tenha ido salvar o universo tão facilmente junto de Ford e Slartibartfast dos terríveis robôs xenófobos de Krikkit. Usando o planeta Krikkit como paródia da nossa sociedade e das guerras raciais, Adams cria um história divertida, inteligente e repleta dos mais inusitados significados sobre a vida, o universo e tudo mais. Cada vez mais os livros de Douglas Adams ficam sem sentido e cada vez mais eu adoro eles.
Como já li os dois anteriores, os personagens são familiares, mas Trillian foi uma boa surpresa nesse livro, não sei porque o autor resolveu dar esse destaque especial nela, talvez porque o "papel" não se encaixasse em nenhum outro personagem e ela ainda não tinha feito nada que valesse a pena notar. Foi como se ela estivesse apenas esperando a sua vez. E Arthur com sua constante confusão, tenho até dó dele em alguns momentos, apesar de ele lidar com (quase) tudo numa estranha calma.
Não se pode deixar de citar as críticas de Adams à humanidade, elas não aparecem com muita frequência (ou talvez eu que não as note), mas, como tudo o mais, elas são brilhantemente irônicas. Assim como as situação improváveis. Toda a série (mesmo que ainda faltem três livros para eu completar) se resume nessa palavra: improbabilidade.
Apenas mais uma palavra para minha opinião sobre o livro: Ótimo.
Sinopse: Após as loucas aventuras vividas com seus estranhos amigos em "O Guia do Mochileiro das Galáxias" e "O Restaurante no Fim do Universo", Arthur Dent ficou cinco anos abandonado na Terra Pré-Histórica. Mesmo depois de tanto tempo, ele ainda acordava todas as manhãs com um grito de horror por estar preso àquela monótona e assustadora rotina. Talvez Arthur até preferisse continuar isolado em sua caverna escura, úmida e fedorenta a encarar a próxima aventura para a qual seria forçosamente arrastado: salvar o Universo dos temíveis robôs xenófobos do planeta Krikkit.
Resumindo os dois livros anteriores, em "O Guia do Mochileiro das Galáxias", Arthur Dent (humano) e Ford Prefect (tipo de E.T. nascido em um pequeno planeta perto de Betelgeuse) escapam da destruição da Terra pegando carona em uma nave alienígena e mais tarde conhecem Zaphod Beeblebrox e Trillian (apesar de que Arthur já os tenha conhecido). E claro, também tem Marvin, o robô de Zaphod, sempre deprimido e um dos personagens mais engraçados e envolvido em situações improváveis. Verdadeiros aventureiros espacias também merecem um descanso e é o que (quase) acontece quando vão ao "Restaurante no Fim do Universo", envolvendo viagens no tempo e vacas que se oferecem para ser mortas e comidas, não tenho muita certeza se entendi o livro, mas Douglas Adams com certeza sabe usar seu senso de humor inteligente e irônico.
Em "A Vida, o Universo e Tudo Mais", tendo passado cinco anos na Terra Pré-Histórica, Arthur solta um grito de horror todos os dias quando acorda em sua caverna escura, úmida e fedorenta, talvez por isso tenha ido salvar o universo tão facilmente junto de Ford e Slartibartfast dos terríveis robôs xenófobos de Krikkit. Usando o planeta Krikkit como paródia da nossa sociedade e das guerras raciais, Adams cria um história divertida, inteligente e repleta dos mais inusitados significados sobre a vida, o universo e tudo mais. Cada vez mais os livros de Douglas Adams ficam sem sentido e cada vez mais eu adoro eles.
Como já li os dois anteriores, os personagens são familiares, mas Trillian foi uma boa surpresa nesse livro, não sei porque o autor resolveu dar esse destaque especial nela, talvez porque o "papel" não se encaixasse em nenhum outro personagem e ela ainda não tinha feito nada que valesse a pena notar. Foi como se ela estivesse apenas esperando a sua vez. E Arthur com sua constante confusão, tenho até dó dele em alguns momentos, apesar de ele lidar com (quase) tudo numa estranha calma.
Não se pode deixar de citar as críticas de Adams à humanidade, elas não aparecem com muita frequência (ou talvez eu que não as note), mas, como tudo o mais, elas são brilhantemente irônicas. Assim como as situação improváveis. Toda a série (mesmo que ainda faltem três livros para eu completar) se resume nessa palavra: improbabilidade.
Apenas mais uma palavra para minha opinião sobre o livro: Ótimo.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Resenha HQ
Sandman - Edição Definitiva - Volume 1
Sinopse: A série conta a história de Morfeus, um dos Perpétuos - criaturas análogas aos deuses, mas ainda maiores - responsável pelo Mundo dos Sonhos. Basicamente, ele controla e tem acesso a todos os sonhos da humanidade e de todas as criaturas capazes de sonhar, sendo o senhor do Mundo dos Sonhos, a terra aonde vamos em nossas horas de sono.
Quando uma ordem mística tentou capturar a irmã de Sonho, a Morte, em seu lugar eles capturaram Morfeus. Assustados com o que conseguiram, os membros da ordem o mantiveram cativo. E assim teve início um período de diversas décadas em que esse Perpétuo ficou trancafiado à mercê de seus captores, deixando o Mundo dos Sonhos abandonado e os sonhadores desamparados. A série nos revela como ele se libertou e como foi capaz de se adaptar no mundo após tantos anos de ausência, e também nos mostra um vislumbre de sua história e da mitologia dos Perpétuos.
O fato de que eu não sabia do que se tratava Sandman quando comecei a ler ajudou muito para gostar ainda mais dele. Cada história que passava eu ficava com um pesar por estar lendo muito rápido e iria logo acabar, ainda assim eu li todas as seiscentas páginas de HQ em três ou quatro dias e com toda a certeza do mundo, entrou na minha lista de favoritos para a leitura.
Morfeus (alto, magro, cabelos e roupas pretas, aparência em volta de 38 anos) é um personagem extremamente sombrio, não se vê um sorriso dele em todas as histórias (volume 1 e 2), em nenhum momento demonstra compaixão, para ele, o que importa é que o Mundo dos Sonhos esteja em ordem. Sua irmã, a Morte (estatura mediana, cabelo e roupas pretas, 16 anos e, um pequeno acréscimo: muito muito bonita), é quase o contrário, ela, na verdade, se mostra uma personagem meiga (ou quase isso). Ambos se tornaram meus personagens preferidos.
Não tem como falar muito já que são histórias separadas e falar sobre cada uma ia ser muito cansativo, mas o jeito como propagam é extraordinário e com certeza merece as cinco estrelas que o Skoob descreve como ótimo.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Resenha livro
O Reverso da Medalha - Sidney Sheldon
Sinopse: Kate Blackwell era milionária. E muito esperta. No mundo dos negócios, ninguém era capaz ninguém era capaz de passá-la para trás, e foi assim que conseguiu manter a solidez do império financeiro que herdou do pai - uma fortuna construída sobre a exploração e o comércio de diamantes na África do Sul. Mas o poder e a riqueza não eram os únicos elementos que faziam parte da história da família: a tragédia também acompanhara a trajetória de quase todos os seus membros, como um legado de maldição. Neste livro, Sidney Sheldon constrói uma saga emocionante, marcada pelo mesmo estilo que já cativou milhões de leitores em todo o mundo.
Comecei esse livro com muita expectativa, afinal, sou fã de Sidney Sheldon, porém, logo nas primeiras páginas desanimei um pouco, parece que demorou uma eternidade para aquelas poucas páginas passarem, mas de novo, estamos falando de Sidney Sheldon, e quando Jamie apareceu, o mundo estava bom de novo.
Algo que percebi nos livros lidos de Sidney, é que as mulheres sempre se destacam nas histórias, nesse livro, entretanto, dou crédito aos personagens masculinos. Jamie, David e Tony foram as partes que me fizeram dizer que valeu a pena a leitura. Parte disso pode ser porque o autor soube fazer o leitor odiar as mulheres dessa história, Margaret e Alexandra ainda saem impunes, mas Kate e Eve são verdadeiras cobras (para usar uma linguagem apropriada).
Pode-se dizer que o livro tem seus autos e baixos, mas em meu conceito, ficou apenas no bom (e que de acordo com o Skoob, são três estrelas). Não sei se recomendaria esse livro, penso que não com tantas opções no mundo. Mas claro, é apenas minha opinião.
Sinopse: Kate Blackwell era milionária. E muito esperta. No mundo dos negócios, ninguém era capaz ninguém era capaz de passá-la para trás, e foi assim que conseguiu manter a solidez do império financeiro que herdou do pai - uma fortuna construída sobre a exploração e o comércio de diamantes na África do Sul. Mas o poder e a riqueza não eram os únicos elementos que faziam parte da história da família: a tragédia também acompanhara a trajetória de quase todos os seus membros, como um legado de maldição. Neste livro, Sidney Sheldon constrói uma saga emocionante, marcada pelo mesmo estilo que já cativou milhões de leitores em todo o mundo.
Comecei esse livro com muita expectativa, afinal, sou fã de Sidney Sheldon, porém, logo nas primeiras páginas desanimei um pouco, parece que demorou uma eternidade para aquelas poucas páginas passarem, mas de novo, estamos falando de Sidney Sheldon, e quando Jamie apareceu, o mundo estava bom de novo.
Algo que percebi nos livros lidos de Sidney, é que as mulheres sempre se destacam nas histórias, nesse livro, entretanto, dou crédito aos personagens masculinos. Jamie, David e Tony foram as partes que me fizeram dizer que valeu a pena a leitura. Parte disso pode ser porque o autor soube fazer o leitor odiar as mulheres dessa história, Margaret e Alexandra ainda saem impunes, mas Kate e Eve são verdadeiras cobras (para usar uma linguagem apropriada).
Pode-se dizer que o livro tem seus autos e baixos, mas em meu conceito, ficou apenas no bom (e que de acordo com o Skoob, são três estrelas). Não sei se recomendaria esse livro, penso que não com tantas opções no mundo. Mas claro, é apenas minha opinião.
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